SOBRE

Cella Tavares nasceu na cidade de Niterói. É psicóloga e atriz de formação e cantora de nascença. Foi em sua infância que o grão do cantar foi semeado e cultivado. Ganhou de presente do seu avô seresteiro, uma valsinha com o seu nome e, junto, uma forte influência e um profundo amor às serestas, ao choro e às canções.


A sala da casa de sua infância muitas vezes foi palco para ensaios e serestas em que seu pai, seu avô e seu tio tocavam e cantavam, apaixonadamente, o repertório de Vicente Celestino, Francisco Alves, Pixinguinha, Cartola, Milton Nascimento, Chico Buarque e muitos outros, com o quais estabeleceu uma profunda relação e tornaram-se as suas referências.


Ao longo de toda sua vida, a artista cultivou o hábito da pesquisa, aprimorou sua escuta e a técnica vocal em cursos de canto coral e teatro. Sua formação como Atriz, pela CAL, empresta à suas interpretações um toque sensível e expressivo que trouxe do teatro, fazendo do palco a sua extensão. Atuou como cantora do coro de câmara da Associação de Canto e Coral, onde estudou solfejo e técnica vocal. Foi também aluna da cantora argentina e intérprete maravilhosa Cecília Stanzione. Estudou por três anos na Escola Portátil de Música, com a cantora Amélia Rabelo. Ainda com Amélia, participou de uma oficina expressiva e cênica “Canto do Corpo" que a fez reencontrar a força de suas raízes musicais.


Sempre buscando enriquecer seu repertório técnico e artístico. Cella Tavares transita com naturalidade por diferentes universos: cantou pop, integrou corais de música erudita, cantou na banda de rock Mulheres Cantam Beatles durante 02 anos e hoje parte para construção de um caminho solo.Em 2017, a artista interpretou em seu EP um repertório cuidadosamente selecionado. Acompanhada pelos músicos João Camarero, no violão, Fernando Leitzke, ao piano e Bidu Campeche, na percussão, que conta com preciosidades como Olha pro céu, canção de Tom Jobim, o samba-canção Sétimo drinque, de João Camarero e Paulo César Pinheiro, e o samba Sem reclamação, de Bernardo Diniz e Paulo César Pinheiro.

O ano de 2018 foi um ano de voo solo e algumas experimentações. Seguiu em shows pela cidade, sempre acompanhada de músicos de excelente gabarito: Glauber Seixas, Marcelo Muller, Lourenço Vasconcellos... Compôs sua primeira canção, ‘desembaraço’ com arranjo do violonista paranaense Eric Amanthea, e seguiu durante alguns meses com o duo Cella Tavares e Eric Amanthea pelas casas musicais do Rio de Janeiro.


No dia 24/03- Dia de São Jorge, foi o Lançamento Mundial do single ‘Oloiê de Ogum’ (Roque Ferreira e Marcos Ramos) em parceria com a cantora Carol Félix, single este que fará parte do disco “Sagrado”, que sairá ainda esse ano. O disco será composto de canções inéditas do compositor baiano Roque Ferreira e parcerias.

“ Quando recebi o convite da Carol pra fazer parte desse projeto, mergulhei fundo nessa parceria. Gratidão enorme de cantar samba de roda baiano da melhor qualidade. Roque Ferreira é um compositor que sempre admirei muito, que me faz querer cantar, dançar, girar e celebrar a música mais do que nunca!! Um privilégio cantar a Bahia, o Brasil raíz, em toda sua brejeirice e sonoridade encantada; arsenal musical do Roque que envolve uma intensa pesquisa e uma inspiração genial, que retrata lindamente a cultura afro- ameríndia de nosso povo. Cantar a ancestralidade, em torno da festividade dos nossos rituais, o batuque, nesse momento triste e caótico do nosso país, é algo que me enche de alegria e esperança! É mais do que sagrado esse nosso encontro com Roque Ferreira, estamos em plena produção, e sinto uma enorme felicidade em ver nascer nosso primeiro single; fruto de uma amizade e de uma parceria musical muito feliz”

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